sei que tantas vezes ganhei-te apenas no teu cansaço, que raramente deste o braço a torcer, mas que passamos duas semanas d sonho a conhecer o norte do pais onde o romantismo é a palavra chave. bom, romantismo e arquitetura, historia, beleza e elegância. escusado será dizer as vezes que falamos de fotografia e argumentamos apaixonadamente por visões diferentes que na realidade, nem são tão diferentes. fizemos poesia com a luz que foi muito generosa nesta altura do ano.
discutimos muito, sorrimos tanto. no final da tarde gostava da tua vulnerabilidade quando deitavas a tua cabeça no meu colo quando estava a ler algumas paginas do livro que levei, até o sol se por. sei que fechavas os olhos sem te ver, aprendeste a adição do meu vaguear os meus dedos no teu cabelo num bailado a querer dizer-te mais do que as musicas que em casa tocas para mim no teu piano abandonado antes de mim. e antes de mim tanto na tua vida e na minha. depois de mim tanto mais!
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